terça-feira, 11 de outubro de 2016

Contação de História

No dia 10 de outubro de 2016, os alunos do 8 período do Curso de Pedagogia, da disciplina de Literatura Infanto-Juvenil da professora Glória Carlos, fizeram uma noite de Cotação de História, com a participação da Professora Conceição Marinho Parabéns a todos


sexta-feira, 7 de outubro de 2016

quinta-feira, 6 de outubro de 2016

Livro digital perde o brilho e fica com só 3% do setor

Antes visto como ameaça ao impresso, e-book para de avançar. Editoras reveem estratégia

Roberta Scrivano | O Globo
   

Biblioteca Mario de Andrade em São Paulo: livro digital, que já foi visto como ameça, hoje é considerado complementar ao impresso - Pedro Kirilos

Os e-books já não são mais vistos como ameaça iminente ao mercado de livros impressos no Brasil. Num setor que faturou R$ 5,23 bilhões no ano passado, as versões digitais estacionaram e hoje representam só 3% do total, o equivalente a R$ 20,43 milhões, segundo o Sindicato Nacional dos Editores de Livros (Snel). Sobre o futuro, a avaliação unânime é de que os e-books serão apenas uma complementariedade ao impresso, e não sua substituição.

Até mesmo a Amazon, dona do mais tradicional dos e-readers, o Kindle, lançado em 2007, e que trouxe grande temor às editoras, admite não ver o e-book como predador. Ricardo Garrido, diretor da empresa americana no Brasil, diz que o livro digital não é um risco aos impressos e não abocanhará fatias expressivas.

— Houve um receio grande de que o e-book seria corrosivo à indústria de livros, por um problema de preços, sobretudo. Hoje, porém, descartamos totalmente esse risco. Mesmo tantos anos depois de lançados, os e-books não passam de 3% do mercado de livros nacional. Definitivamente, não representa um risco. Ele é complementar à leitura tradicional — analisa Marcos da Veiga Pereira, presidente do Snel.

Prova do ritmo lento do mercado de livros digitais no Brasil é a ausência de novas publicações desde o fim de 2015 sob o selo Breve Companhia, da Companhia das Letras, que era uma das grandes apostas da editora para ocupar um espaço neste mercado. Procurada, a empresa nega que o selo esteja sendo descontinuado, mas admite que está revendo a estratégia para e-books.

As editoras dedicadas exclusivamente à publicação de e-books contemporizam a situação. Eduardo Melo, fundador da Simplíssimo, embora diga que o e-book não terá a maior fatia de mercado, explica que a publicação digital é muito utilizada por escritores independentes.

— De 2011 para cá, publiquei 507 e-books e, mais da metade foi publicado depois de 2014. É um sinal de que o mercado está crescendo. Tenho clientes e muitas pessoas me procuram para saber como publicar. Não tenho dúvidas de que o e-book ainda vai crescer no Brasil — disse.

Na Livraria Cultura, que vende o e-reader canadense Kobo, que só perde em vendas para o Kindle, a perspectiva para o segmento não é otimista. O diretor Thiago Oliveira conta que há dois anos não há crescimento nas vendas nem de e-reader nem de e-book.

Entre os especialistas, também é unânime que o e-book deu muito certo em alguns gêneros, como a ficção científica, por exemplo. Um levantamento da Simplissimo, que lista os e-books mais vendidos em Amazon, Apple, Google, Kobo, Livraria Cultura e Saraiva mostra que oito dos top 10 são títulos de ficção e estrangeiros — os outros dois são romances nacionais. Entre os 30 mais vendidos, há também alguns de autoajuda e negócios.

E-READERS EM BAIXA

Há ainda mais um sinal da paralisação do mercado de leitura digital. As vendas dos e-readers, dispositivos que considerava-se que seriam o protagonista da destruição das estantes de livros das livrarias, já começaram a cair nos Estados Unidos e, até 2020, vão se retrair por aqui. Dados da consultoria Euromonitor mostram que, em 2014, foram vendidos US$ 2,3 milhões em e-readers no Brasil, contra US$ 2,4 milhões em 2015. A projeção para 2020 é de US$ 1,1 milhão.

Para a Amazon, dona do mais tradicional dos e-reader, o Kindle, porém, não é um indicativo de insucesso dos e-books. Garrido apressa-se em explicar que o Kindle não é um aparelho obsoleto e que, por isso, a retração das vendas não quer dizer que a leitura digital acabou:

— O dispositivo Kindle dura muito, ou seja, uma vez que você adquiriu o aparelho, não precisará trocar por outro mais moderno. Isso quer dizer que a análise da curva de vendas tem de ser feita somando ano a ano, e não olhando desempenhos anuais.

Apesar da defesa de seu produto, o executivo concorda que o e-book não apresenta risco à leitura tradicional. Ele tem um discurso similar ao de Pereira, do Snel, e diz que vê o e-book como complementar ao impresso.

— Se um cliente nosso compra um título impresso, enquanto o livro não chega, ele pode começar a leitura pelo e-book. É um exemplo real de complementariedade — detalha.

O mapeamento deste segmento no Brasil ainda é escasso. Mas, nos Estados Unidos, uma pesquisa do Pew Research Center publicada na semana passada mostra que 65% dos americanos ainda preferem o livro tradicional quando compram um novo título. Apenas 28% optam pelo livro virtual e outros 14% escolhem o áudio-book.


Fonte: http://www.pesquisamundi.org/2016/10/livro-digital-perde-o-brilho-e-fica-com.html

Conheça uma fonte útil para as áreas de linguística e comunicação

Olár, tudo bem?! Hoje é nosso 1° post da categoria infonormas pelo mundo {pra entender melhor sobre esta novidade clique aqui}.
Pois bem, a Anne nos trouxe hoje uma dica de fonte de informação que servirá bastante pra quem estuda linguística, línguas em geral e comunicação. Este livro aí, ó:
le-langage-introduction-aux-sciences-du-langage
Le langage. 2010. 256 p. ISBN 9782361060022
É uma publicação de introdução à ciência da linguagem, escrita de forma colaborativa por vários especialistas: linguistas, filósofos, psicólogos, neurocientistas e historiadores, que buscam responder questões como:
O que é a língua e como ela funciona?
Quais as relações entre linguagem e pensamento?
Como as crianças adquirem a língua?
Como se formam e evoluem as línguas?
De onde vêm o significado das palavras?
Além do resumão que ele faz sobre toda a história da linguística {desde o início e quando ela surgiu como uma ciência}, essa fonte te ajudará a se familiarizar com termos técnicos da língua francesa.
Apesar de ser um livro teórico, a linguagem é bem leve, traz metáforas que fazem com que pessoas de outras áreas entendam, mesmo com pouco ou nenhum conhecimento prévio sobre o assunto.😉 {Fiquei até com vontade de ler! :)}
Você pode conferir o sumário dele aqui. Ele está escrito em francês e não tem tradução para o português, mas se você não domina o idioma tenho uma dica: compra a versão eletrônica {aqui}, vai no google tradutor e pei! ArraZZzzaaa! Não é uma tradução fidedigna, mas quebra um galho.
Fonte: https://infonormas.com.br/2016/10/05/conheca-uma-fonte-util-para-as-areas-de-linguistica-e-comunicacao/